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Sem delongas. A historia é curta, eu tinha 15 anos e me apaixonei, ela partiu meu coração e as consequências duram até hoje. Fim.

Efeito Colateral. 
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Antes de desapontar alguém, lembre-se de que somos pessoas, não lápis.

Eu me chamo Antônio. 
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Dorme e me procura.

Vinícius de Moraes. 
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Eu aposto que você ainda fala de mim, critica meu jeito, condena nossa história, sente saudade.

Capacitadora
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Faça chuva, faça sol: faça amor.

Eu me chamo Antônio.   
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Acredito em interesse à primeira vista. Amor, não. Ele vem com o passar dos dias, com a convivência, com os segredos ao pé do ouvido, com as revelações diárias, com a aceitação do outro exatamente como ele é: imperfeito.

Clarissa Corrêa. 
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Olha, eu sou humana, sou feita do mesmo que você: carne, osso, coração. Também fico triste, tenho dúvida, me sinto perdida, insegura, frágil, confusa, indefesa. Também grito, xingo, fico bêbada, sinto inveja, cometo injustiça, falo mal da moça que tem uma bunda enorme e cheia de furos gigantescos, mas usa fio dental porque se acha linda. E, sim, eu sei que cada um tem o direito de andar como quer e ninguém tem nada a ver com isso. E, sim, também sei que o que importa é o que você acha de você, não o que os outros acham, pensam ou falam. Mas não sou tão evoluída a ponto de não comentar olha-lá-a-buzanfa-gigante-celulitada-e-com-fio-dental. A verdade é que sou gente. Tenho umas qualidades interessantes, legais e bacanas, mas possuo imperfeições absurdas, horrendas e assustadoras. Como todos nós.

Clarissa Corrêa.
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Amor é quando você pode brigar com a pessoa o dia inteiro, mas ela não deixa de te desejar boa noite, mesmo que seja meio automático.

Capacitadora
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Pessoas muito frias já foram muito doces.

Clarice Lispector.
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O amor é quando a gente mora um no outro.

Mario Quintana. 
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